8 países com os passaportes mais valiosos e cobiçados

Por muito tempo a questão do passaporte era vista apenas para quesito férias, porém, de uns anos para cá, esse documento passou a ser visto como uma porta de entrada para atravessar fronteiras. Alguns, no entanto, são mais valiosos que outros, o que aumenta o desejo de obtê-los.

Pensando nisso, descubra quais os países que possuem os passaportes mais valiosos do mundo!

De acordo com o site oficial Henley Passport Index, podemos verificar quais são os passaportes mais valiosos do mundo. Mas o que define o passaporte ser considerado o mais valioso do mundo? A resposta é simples, para quantos países esse cidadão poderá entrar sem precisar de visto. O site é baseado de acordo com os dados exclusivos da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo).

Através da lista The Henley Passport Index, podemos verificar o ranking completo e pesquisar quais possíveis países que a nossa cidadania consegue entrar sem precisar de um visto.

Confira a lista dos 8 passaportes mais valiosos:

  • 1º lugar: Japão – pode entrar em 193 países;
  • 2º lugar: Singapura – podem entrar em 192 países;
  • 3º lugar: Coreia do Sul e Alemanha – podem entrar em 191 países;
  • 4º lugar: Itália, Finlândia, Espanha, Luxemburgo – podem entrar em 190 países;
  • 5º: Dinamarca, Áustria – podem entrar em 189 países;
  • 6º: Suécia, França, Portugal, Países Baixos, Irlanda – podem entrar em 188 países;
  • 7º: Suíça, Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica, Nova Zelândia – podem entrar em 187 países;
  • 8º lugar: Noruega, Grécia, Malta, República Checa – podem entrar em 186 países.

 

O Brasil está classificado em 19º, podendo entrar em 170 países, assim como a Argentina. Alguns exemplos de países brasileiros podem entrar sem visto: Países da União Europeia, Bahamas, Jamaica, Argentina, Paraguai, Peru, Colômbia, Costa Rica, México, Turquia, Nova Zelândia, Cabo Verde, Marrocos.

A melhor colocação do Brasil foi o 16º lugar em 2018, nos anos subsequentes, 17º lugar em 2019 e 18º lugar em 2020. Assim mostrando a oscilação que varia nos acordos bilaterais entre os países cobiçados por seus passaportes.

Fonte: https://falauniversidades.com.br

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